Entrelaçamento quântico e as Constelações Sistêmicas

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O universo se mantém em estado dual, como onda e partícula ao mesmo tempo. Quando duas partículas estão interligadas se apresentam em estado de emaranhamento quântico. Estas partículas e todas as existentes estão ligadas por um vácuo quântico – repleto de energia, dando sustentação a toda criação que há.

Comparado as Constelações Sistêmicas, podemos dizer que os efeitos desse estado quântico têm profunda correlação com os estados de emaranhamentos sistêmicos de membros de uma família em relação a questões sentidas na vida atual similar a membros de outra geração, onde tal vinculo gera a repetição de sintomas e efeitos na vida real. E por mais que tentem resolver essas questões não percebem sua origem, pois, são entrelaçadas por um campo de energia denominado Campo Plinergético Informacional ou Plasma Informacional e dentro das Constelações é chamado de Campo Mórfico ou Morfogenético, um tipo de campo de memória quântica da família responsável pelos modelos mentais familiares e pelas compensações de excluídos realizadas através de membros das novas gerações.

Talvez, os emaranhamentos familiares entre seus membros ocorram por estarem em estado de entrelaçamento quântico em sua origem vibratória como “ser” energético que somos. Provavelmente, explicações dentro da física quântica, em seu ramo, a mecânica quântica, possam auxiliar a explicar os emaranhamentos sistêmicos dentro das Constelações Sistêmicas. E do mesmo modo, os efeitos das informações sentidas e os fenômenos revelados, percebidos e manifestados pelos representantes, com riqueza de detalhes durante o processo da Constelação.

Assim, quando falamos de entrelaçamento quântico, também falamos de emaranhamento sistêmico.

Todavia, partículas entrelaçadas se comportam de forma semelhante, sem importar a distância que as separe, reagindo a estímulos de forma semelhante e ao mesmo tempo. Similar a como um neto age, da mesma forma que seu avô diante de um contexto adverso na vida, passando a responder de acordo com as dinâmicas do avô.

Na mecânica quântica, testes realizados com moléculas demonstraram que essas partículas podem estar a distancias muito grandes e mesmo assim, reagem instantaneamente do mesmo modo diante dos mesmos estímulos.

O físico Thomas Young em 1887 realizou o experimento da dupla fenda, onde pôde demonstrar que a luz se comportava, ao mesmo tempo, de forma dual, como onda e partícula ao atravessar o primeiro obstáculo e se apresentava na tela de duas formas ao mesmo tempo. Albert Eisntein pôde comprovar isso em 1905 decifrando o efeito fotoelétrico e provando que a luz tinha efeito ondulatório e corpuscular. Ganhou o prêmio Nobel e mostrou ao mundo que esse comportamento era dual. Mais tarde, o físico De Broglie trouxe a hipótese de que toda a matéria se comportava também, de forma dual.

O que vemos pelo olhar das Constelações Sistêmicas, pela visão do Pensamento Sistêmico – que integrantes da família podem estar entrelaçados com outros membros, até mesmo de gerações atrás, podendo manifestar padrões emocionais, mentais, de saúde, etc. do outro, passando a viver fora do seu lugar na vida. Ressonando do seu modo, padrões semelhantes mas contextualizados há gerações atrás.

Na mecânica quântica esse entrelaçamento ocorre entre partículas correlacionadas, de forma similar, emaranhamentos ocorrem entre membros de uma família pelo vínculo do pertencimento e do amor que une os membros de uma família.

As partículas para estarem correlacionadas precisam estar numa relação harmônica e assim, passam a se comportar na mesma frequência de velocidade e desse modo entram em sintonia. Da mesma forma, um descendente se conecta “sistemicamente” para equilibrar uma exclusão de alguém da família e o Campo Mórfico busca equilibrar os usando descendentes de outras gerações para compensar isso, gerando a conexão do emaranhamento que ambos passam a vibrar na mesma frequência de vida, nos comportamentos, escolhas, decisões – um em sintonia com o outro. Especialmente, para os membros do futuro se entrelaçarem com destinos difíceis gerando muito sofrimento e sem resolver o fato gerador.

Através das Constelações Sistêmicas podemos perceber estes vínculos e tomar clareza da dualidade e da própria individualidade para deixar com respeito “tudo como foi” com aquele que viveu aquela experiência, provavelmente, entrelaçado com alguém antes dele também.

Esse tipo de consciência gera lucidez, novos padrões comportamentais para a memória quântica da família, que no futuro, também, atrairá outro membro, só que, através de bons resultados.

Entender essas correlações pelo Pensamento Sistêmico Quântico traz força e leveza para a Vida.

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